PINHEIRO CHAGAS --- D. SEBASTIÃO - BENÇÃO OU MALDIÇÃO?

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AUTOR(es):  Pinheiro Chagas  |  I. de Vilhena Barbosa | António H. Secco 

BIOGRAFIA:  Manuel Joaquim Pinheiro Chagas nasceu em 13 de Novembro de 1842 em Lisboa e morreu na mesma cidade a 8 de Abril de 1895. Distinguiu-se como escritor, jornalista e politico, bem como orador.

Depois de ter estudado no Colégio Militar passou para a Escola do Exército. Assentou praça no Regimento de Infantaria 16 em 12 de Agosto de 1857 e foi promovido a alferes em 4 de Julho de 1859. Pouco depois passou à inactividade, interrompendo os seus estudos para casar em 1863. Voltou ao serviço no exército a 14 de Março de 1883, para ficar adido ao Ministério do Reino. Neste novo período foi promovido a tenente em 8 de Agosto de 1883 e a capitão em 25 de Julho de 1888.

Filiou-se no Partido Regenerador e foi eleito deputado pela primeira vez por Covilhã em 1871, sendo sempre eleito em todas as legislaturas até 1892.

Em 24 de Outubro de 1883 foi nomeado ministro da Marinha no último ministério presidido por Fontes Pereira de Melo, tendo-se demitido deste cargo em 20 de Fevereiro de 1886. No seu magistério há a destacar as seguintes obras:

–        Estabeleceu as comunicações telegráficas da Metrópole com todas as possessões portuguesas da África Ocidental;

–        Iniciou a construção dos caminhos de ferro de Luanda a Ambaca e de Lourenço Marques ao Transval;

–        Criou os serviços de abastecimento de água em Luanda, Angola, e da Cidade da Praia, em Cabo Verde;

–        Promoveu o desenvolvimento da colonização no interior de Moçâmedes, criou o distrito do Congo e estabeleceu a navegação fluvial no Zaire;

–        Mandou circular como moeda legar, em Cabo Verde e na Guiné, a moeda emitida na Metrópole, e aprovou um contrato para o estabelecimento do cabo submarino entre Cabo Verde e Angola;

–        Também a colónia de Moçambique ficou-lhe a dever algumas iniciativas como a reocupação de Manica, a residência de Gaza e a tomada da baía de Tungué.

Durante a sua gerência realizaram-se as seguintes grandes travessias:

1ª. De Angola à contra-costa, por Capelo e Ivens;

2ª. De todo o território angolano até Muatiânvua, por Henrique de Carvalho, e de toda a região entre o Cabo Delgado e o Niassa, por Serpa Pinto e Augusto Cardoso.

Manuel Pinheiro Chagas teria conseguido estabelecer o protectorado no Daomé se a queda do último ministério de Fontes não o tivesse obrigado a abandonar este plano. Ainda como ministro da Marinha reorganizou a Escola Naval e criou o Serviço de Saúde Naval. Em 1892 representou o nosso pais, em Madrid, nas festas do centenário de Cristóvão Colombo.

Estreou-se na literatura em 1863 e envolveu-se na famosa questão coimbrã, que tanto agitou os meios literários e políticos.

Foi o principal colaborador da História de Portugal desde os tempos mais remotos à actualidade, segundo o plano de Ferdinand Denis, projecto esse que abandonou completamente para realizar uma obra inteiramente nova em doze volumes, mais ampla e ilustrada. Foi o revisor da História de França, de Henri Martin. Escreveu também o Prólogo inserto na tradução de D. Quixote, de Cervantes, começada por Júlio de Castilho, continuada pelo visconde de Azevedo e por ele concluída.

Recebeu inúmeras distinções, como a nomeação vitalícia de par do reino, a grã-cruz da Ordem de Santiago, as grã-cruzes das ordens de Carlos III de Espanha e de Leopoldo da Bélgica e, ainda, o grau de grande oficial da Legião de Honra de França.

 

EAN9789898447203  *  68 págs.

CARACTERÍSTICAS:  160 X 230  |  Maio 2012  | encadernação capa mole c/ badana

SINOPSE: A usurpação da coroa portuguesa por Filipe II não foi um negócio sugerido a este pela trágica perda d'el-Rei D. Sebastião em África, pois há muito era assunto de maquinações e intrigas de Castela.