MIRIAM DE FÁTIMA MACHADO --- O DESAPARECIMENTO DE DOM SEBASTIÃO E A HERANÇA NÃO RECLAMADA

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EAN: 9789898447937  |  136 págs.  |  Idioma: Português (de Portugal)

CARACTERÍSTICAS: 153 X 230  |  Fev. 2020  |   encadernação de capa mole c/ badana

BIOGRAFIA: Miriam de Fátima Machado Guimarães nasceu em Recife, PE, Brasil, em 21 de Abril de 1955, filha do industrial Gilvan Machado Guimarães e de Ediná Gouveia Guimarães. Em 1973 completou o segundo grau na escola “Montgomery High School”, em Santa Rosa, Califórnia, EUA, como intercambista membro do programa “Youth for Understanding”. Em 1975 residiu em Paris, França, para estudar a língua francesa. Em 1979  formou-se em Letras pela Universidade Católica de Pernambuco. Dois anos depois concluiu a especialização em Literatura e Linguística pela mesma universidade. Coordenou a criação da Delegacia da Mulher em Pernambuco e foi conselheira do "Conselho Nacional dos Direitos da Mulher” na gestão do presidente Itamar Franco. No ano 2000 conheceu Alan James Thomas, com quem se casou em Swansea, South Wales, Reino Unido.

SINOPSE: Os brasileiros precisam de saber mais sobre o Sebastianismo e sobre a história de Jorge de Albuquerque Coelho, filho do primeiro donatário da capitania de Pernambuco. E também saber mais sobre as dinastias de Borgonha e Avis, pois no Brasil foram esquecidos 300 anos de história.

A «Prosopopeia» do português Bento Teixeira é a primeira obra de literatura barroca no Brasil e os portugueses precisam saber que o nosso herói Jorge de Albuquerque Coelho emprestou o seu cavalo a Dom  Sebastião I. Foi ele quem afirmou, em primeira mão, que o rei não tinha morrido na batalha de Alcácer-Quibir. E assim se iniciou o mito sebastianista... (Miriam de Fátima Machado)

 

 
A «Prosopopeia» do português Bento Teixeira é a primeira obra de literatura barroca no Brasil e os portugueses precisam saber que o nosso herói Jorge de Albuquerque Coelho emprestou o seu cavalo a Dom  Sebastião I. Foi ele quem afirmou, em primeira mão, que o rei não tinha morrido na batalha de Alcácer-Quibir. E assim se iniciou o mito sebastianista...